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Paciente assassina dentista por “dente mole” no México e morre em tiroteio com a polícia

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Um profissional de odontologia foi tragicamente assassinado por um paciente em Nogales, no México, após uma discussão acalorada sobre um suposto “dente mole”. O agressor, identificado como Ernesto Rascón, de 30 anos, foi posteriormente localizado pelas autoridades e morreu em confronto direto com os agentes da lei durante a tentativa de prisão.

Detalhes do Ataque Fatal

O crime chocante ocorreu no dia 15 de outubro, quando Ernesto Rascón tirou a vida do dentista Amed de Jesús Preciado Hernández, de 42 anos. Segundo as investigações conduzidas pela Agência Ministerial de Investigação Criminal (AMIC) de Sonora, Rascón teria ficado enfurecido com o resultado do tratamento dentário, culminando em um acesso de raiva quando soube que o profissional não poderia atendê-lo novamente.

A Emboscada Registrada em Vídeo

Imagens que circularam nas redes sociais capturaram o momento da emboscada. Rascón aguardava a saída do dentista de um hospital localizado no bairro de Kennedy. O agressor dirigia uma picape branca e interceptou o veículo de Hernández, disparando múltiplos tiros contra o para-brisa. Em um ato de extrema violência, ele então se moveu para o lado do passageiro e continuou os disparos, garantindo a morte do profissional.

Perseguição e Confronto Final com a Polícia

A investigação do caso ganhou uma dimensão internacional, uma vez que Ernesto Rascón possuía cidadania americana. Autoridades dos Estados Unidos colaboraram com as forças mexicanas para rastrear o suspeito. Ele foi finalmente localizado no bairro de Ejidal 2, na cidade de Agua Prieta. Ao chegarem ao local para efetuar a prisão, os policiais foram recebidos a tiros por Rascón. Durante o intenso tiroteio, um agente de investigação estadual sofreu um ferimento de raspão na cabeça, e um policial municipal foi atingido na perna esquerda, conforme confirmado por um oficial ao AZ Central. Rascón foi morto no decorrer do confronto.

Histórico Criminal do Atirador e Implicações

A participação de autoridades americanas na investigação se justificou não apenas pela cidadania de Rascón, mas também pelo seu extenso histórico criminal nos EUA. O comissário Carlos Alberto Flores revelou que o agressor possuía diversas infrações supostamente relacionadas a drogas e acusações de dirigir sob a influência de álcool ou outras substâncias. Este elemento adiciona uma camada de complexidade ao caso, destacando como criminosos com histórico em um país podem cometer atos violentos em outro, exigindo uma cooperação transnacional eficaz entre as agências de segurança.