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TACO revela rede de venda de contas 30K em Counter-Strike e exige ação da Valve contra trapaceiros

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O ícone brasileiro do Counter-Strike, Epitácio “TACO” de Melo, bicampeão de Major, tem expandido sua influência para além das arenas competitivas, consolidando-se como um criador de conteúdo relevante para o popular FPS da Valve. Após seu afastamento do cenário profissional há cerca de um ano, o jogador tem utilizado suas transmissões ao vivo para aprimorar suas próprias habilidades e compartilhar conhecimentos valiosos sobre como dominar o CS2 com sua crescente audiência.

No dia 21 de julho de 2026, TACO lançou um vídeo em sua plataforma, dando início a um ambicioso desafio: alcançar a marca de 30 mil pontos no modo Premier de Counter-Strike 2. Essa meta é comparável à antiga e aclamada jornada de “Prata ao Global” no CS:GO. O próprio atleta revelou que já havia completado essa progressão em sua conta principal, optando agora por um perfil completamente novo para tentar passar despercebido durante as partidas e vivenciar uma experiência mais autêntica.

Primeiras partidas de TACO no Premier são marcadas pela presença de trapaceiros

Contudo, o episódio inaugural da série trouxe um grande desapontamento ao jogador. Logo na primeira partida, TACO se deparou com a presença de trapaceiros tanto em sua própria equipe quanto no time adversário. Ao identificar a prática irregular entre seus colegas de time, o veterano, carinhosamente conhecido como “Lampião”, interveio prontamente, pedindo para que o “companheiro” cessasse o uso de programas ilegais.

“Não precisamos disso. Desliga. Somos bons e vamos jogar para nos divertirmos”, alertou TACO. Ele agiu imediatamente, procedendo com a denúncia do jogador dentro do próprio sistema do jogo, um passo crucial para tentar manter a integridade das partidas.

Jogador profissional expõe esquema de comercialização de contas com alta pontuação

Durante o confronto, TACO dialogou com um dos trapaceiros, que confessou pertencer a um grupo dedicado ao desenvolvimento de softwares ilícitos e à comercialização de contas “30K” no Counter-Strike. Essa revelação expõe uma grave falha no sistema anti-trapaça do CS2, permitindo que infratores lucrem cerca de R$ 100 por cada conta vendida. A existência de um mercado paralelo baseado na trapaça não apenas agrava a experiência de jogo legítima, mas também corrói a integridade competitiva do game, desestimulando jogadores honestos e comprometendo o ecossistema do esporte eletrônico.

Ao final do primeiro capítulo de sua jornada, após quatro partidas disputadas, o bicampeão mundial encontrou trapaceiros em três delas. Diante dos resultados desanimadores e da experiência frustrante, TACO expressou sua profunda decepção e exigiu uma ação mais efetiva por parte da Valve, a empresa responsável pelo desenvolvimento do aclamado jogo.

O apelo de TACO por um sistema anti-trapaça mais robusto no jogo

“Aconteceu o que eu esperava. A galera tem reclamado muito dos cheaters no Premier e eu espero que a Valve consiga trazer um anti-cheat mais invasivo. Eu tento opinar sobre isso em outros lugares, mas eu acho que se a Valve quiser eles têm como e têm recursos para melhorar o VAC e deixar o anti-cheat mais invasivo, por mais que seja polêmico. Mas acho que é a única alternativa para deixar o jogo mais legal e divertido para todo mundo”, concluiu TACO, reforçando a urgência de uma solução para a crescente praga dos trapaceiros que afeta a comunidade do CS2.