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Samsung One UI 9 chega e redefine ciclo de atualizações para diversos smartphones Galaxy

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A Samsung lançou oficialmente a One UI 9, sua mais recente interface de usuário construída sobre o Android 17, marcando uma etapa crucial na gestão do suporte para sua vasta linha de dispositivos Galaxy. A cada nova geração do sistema operacional, alguns modelos de celulares alcançam o limite de grandes atualizações prometidas pela fabricante, o que significa que não receberão mais as futuras versões com novos recursos.

É fundamental compreender que a interrupção no recebimento de uma nova versão do Android não implica no abandono imediato do aparelho pela companhia. A gigante tecnológica sul-coreana adota cronogramas de suporte variados, assegurando que muitos de seus dispositivos continuem a receber importantes correções de segurança por um período considerável, mesmo após o término das atualizações do sistema operacional principal.

Crédito: Mixvale.com.br

Na prática, os proprietários de smartphones Samsung podem se enquadrar em três categorias principais de suporte: aqueles que não serão contemplados com a One UI 9, mas ainda contam com proteção de segurança ativa; os que continuarão a receber atualizações de segurança, porém com uma frequência reduzida; e, por fim, os modelos cujo suporte de software foi completamente descontinuado pela empresa.

Para os usuários preocupados com a segurança de seus dados, especialmente ao utilizar aplicativos bancários ou armazenar informações sensíveis, identificar a qual grupo seu aparelho pertence é essencial. A continuidade das atualizações de segurança é um fator determinante para a longevidade e a integridade do uso de um smartphone, protegendo contra novas vulnerabilidades que surgem constantemente no ambiente digital.

Dispositivos Galaxy que não receberão a nova interface One UI 9

Em conformidade com a política de atualizações da Samsung, uma série de dispositivos já atingiu o número máximo de versões do Android garantidas pela empresa. Isso implica que esses modelos permanecerão operando na One UI 8 e não terão acesso à One UI 9, que foi disponibilizada no dia 03 de agosto de 2026.

A relação de smartphones que não serão atualizados para a One UI 9 inclui os seguintes modelos da linha Galaxy:

  • Galaxy S22
  • Galaxy S22+
  • Galaxy S22 Ultra
  • Galaxy S21 FE
  • Galaxy Z Fold4
  • Galaxy Z Flip4
  • Galaxy A73
  • Galaxy A53
  • Galaxy A33
  • Galaxy A25
  • Galaxy A24
  • Galaxy A15 4G
  • Galaxy A15 5G
  • Galaxy M55
  • Galaxy M35
  • Galaxy M15 5G

É crucial esclarecer que o fim das grandes atualizações significa apenas que esses celulares deixarão de receber novos recursos e melhorias tanto do Android quanto da própria interface da Samsung. Eles continuarão a funcionar normalmente e, o mais importante, permanecem integrados ao cronograma de atualizações de segurança da empresa, assegurando proteção contínua contra potenciais vulnerabilidades.

Mudanças no cronograma de segurança para alguns smartphones Galaxy

A Samsung estrutura o suporte de seus aparelhos em diferentes cronogramas para gerenciar a distribuição de patches de segurança. Enquanto os modelos mais recentes recebem atualizações de segurança mensalmente, dispositivos com um ciclo de vida mais avançado são realocados para um calendário trimestral, passando a receber correções a cada três meses.

Nessa fase de recebimento de atualizações de segurança a cada trimestre, estão incluídos aparelhos como:

  • Galaxy S22, S22+ e S22 Ultra;
  • Galaxy S21 FE;
  • Galaxy A33 5G;
  • Galaxy A53 5G;
  • Galaxy A73 5G.

Diversos modelos intermediários e de entrada também fazem parte do grupo com cronograma trimestral, como o Galaxy A05, A05s, A06, A14, A15, A16, A24, A25 5G, A34, A35, A36, A37 e várias opções da linha Galaxy Tab. Em contraste, celulares mais novos permanecem no cronograma mensal, abrangendo as séries Galaxy S23, S24, S25 e S26, além dos dobráveis Z Fold4, Z Fold5, Z Fold6, Z Fold7, Z Flip4, Z Flip5, Z Flip6 e Z Flip7.

A transição para o cronograma trimestral de patches de segurança não indica o fim do suporte do aparelho. Essa alteração apenas sinaliza que o modelo em questão está se aproximando do estágio final de seu ciclo de vida, recebendo correções de segurança com uma frequência menor antes que seu suporte seja, de fato, completamente encerrado pela fabricante.

Modelos Galaxy com suporte de software totalmente descontinuado

Existe uma terceira categoria de aparelhos Samsung que já tiveram seu período de suporte finalizado por completo. Esses dispositivos não recebem mais novas versões do Android nem quaisquer atualizações de segurança, o que os torna significativamente mais vulneráveis a ataques e falhas de privacidade.

Entre os smartphones que se encontram nesta situação de suporte encerrado estão:

  • Galaxy S20, S20+ e S20 Ultra;
  • Galaxy S20 FE;
  • Galaxy Note 20 e Note 20 Ultra;
  • Galaxy Z Fold 2;
  • Galaxy Z Flip (1ª geração);
  • Galaxy A32.

Embora esses dispositivos continuem a funcionar, a ausência de atualizações de segurança os expõe a vulnerabilidades críticas e, com o passar do tempo, podem perder a compatibilidade com novos aplicativos. Para usuários que dependem de seus celulares para tarefas sensíveis, como o acesso a bancos digitais ou armazenamento de documentos e informações pessoais importantes, essa situação representa um risco crescente para a segurança dos dados.

Vale a pena continuar usando um smartphone Samsung sem novas versões do Android?

Na grande maioria dos cenários, sim, compensa continuar utilizando o aparelho. Se o seu celular ainda recebe atualizações de segurança, seja em ritmo mensal ou trimestral, não há uma necessidade premente de substituí-lo apenas pela ausência de novas versões do Android. A principal diferença percebida será a falta de novos recursos e aprimoramentos na interface One UI.

Contudo, a situação muda drasticamente para quem possui um dispositivo que já saiu totalmente do ciclo de suporte da Samsung. Nestes casos, o mais recomendado é considerar a troca do aparelho o mais breve possível. Essa orientação é especialmente relevante para usuários que utilizam o celular para acessar aplicativos bancários ou para armazenar documentos e informações pessoais cruciais, dado o risco elevado de segurança cibernética que um aparelho desatualizado representa.