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As primeiras análises do aguardado iPhone Ultra dobrável, o mais recente smartphone da Apple com tela flexível, foram publicadas em 24 de agosto de 2026. Os primeiros testes revelam que o mecanismo de articulação do dispositivo foi bem-recebido, enquanto a falta de uma câmera com lente teleobjetiva gerou desaprovação.
Usuários que experimentaram o novo aparelho ressaltaram a ergonomia de seu formato compacto e a robustez da dobradiça como pontos fortes. Contudo, a ausência da capacidade de zoom óptico, por meio de uma lente teleobjetiva, é um aspecto consistentemente citado como uma falha no lançamento.
O lançamento comercial do iPhone Ultra está agendado para os dias 8 ou 9 de setembro de 2026. Ao longo deste ano, vários protótipos, complementos e esboços do design definitivo já vieram à tona, moldando consideravelmente sua aparência final. Apesar dessas antecipações, a performance e a qualidade do produto final ainda aguardam confirmação por meio de testes de consumidores.
Conforme relatado por Mark Gurman, jornalista da Bloomberg, em seu boletim Power On, aqueles que tiveram acesso prévio ao dispositivo elogiaram seu formato reduzido, o tato agradável e a solidez da dobradiça. Aberto, o smartphone apresenta uma interface de aplicativos semelhante à do iPad, adaptada para a tela expandida, favorecendo tarefas de produtividade, streaming de conteúdo, jogos e servindo como um visor aprimorado para a câmera.
Gurman, entretanto, identificou a ausência de uma lente teleobjetiva como uma deficiência no sistema de câmeras do iPhone Ultra, potencialmente desapontando uma parcela dos compradores. Com um custo projetado entre US$ 2.300 e US$ 2.500, patamar acima do iPhone 18 Pro, a funcionalidade de zoom óptico do Ultra seria inferior à do modelo Pro, levantando questionamentos para quem utiliza essa característica regularmente.
Informações sugerem que a Apple focou intensamente na resistência da tela interna, um dos maiores desafios em aparelhos dobráveis, desde as fases iniciais de desenvolvimento. Essa prioridade se alcontra com a experiência de outros fabricantes, como o Galaxy Z Fold 8, onde a marca da dobra se tornou visível rapidamente. A boa aceitação da dobradiça pelos primeiros avaliadores valida a abordagem da Apple de ingressar tardiamente no segmento de dobráveis, mas com a meta clara de se destacar pela excelência construtiva e pela durabilidade, o que é crucial para justificar seu preço premium e conquistar a confiança do consumidor em uma categoria ainda em amadurecimento.
Apesar dos progressos, o conjunto da dobradiça e da tela flexível encontrou obstáculos maiores que o previsto durante os ensaios de pré-produção, com complexidades na busca por soluções de engenharia. Embora as poucas unidades examinadas demonstrem alta performance, isso não garante um resultado igualmente positivo na fabricação em massa. Além disso, o feedback favorável não deve adiantar a data prevista para o lançamento.
Espera-se que o anúncio oficial do iPhone Ultra ocorra sem a divulgação do preço, apenas com uma projeção para a data de chegada ao mercado, e com uma distribuição inicialmente limitada aos Estados Unidos. Não há confirmação se o Japão será um dos primeiros países a receber o dispositivo. Em caso de postergações, a disponibilização para outras localidades pode demorar entre dois e três meses. Dessa forma, consumidores que buscam um novo smartphone no outono do hemisfério norte provavelmente considerarão o iPhone 18 Pro/Pro Max como sua principal alternativa, dada a disponibilidade restrita do iPhone Ultra antes do encerramento do ano.