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Influenciadora de conteúdo adulto coloca nome do filho recém-nascido em leilão e gera intensa controvérsia

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Uma criadora de conteúdo para adultos britânica, conhecida publicamente como Bonnie Blue e cujo nome de batismo é Tia Billinger, anunciou que o nome de seu filho, nascido no final de agosto de 2026, será determinado por um leilão. A decisão da influenciadora causou uma onda de indignação e debate nas redes sociais e entre defensores dos direitos da criança. Ela pretende vender os direitos de nomear o bebê para o maior lance, uma estratégia que, segundo ela, visa assegurar o futuro financeiro da criança.

Motivação Financeira e Declarações Polêmicas da Influenciadora

A produtora de conteúdo afirmou que sua escolha é puramente financeira, buscando garantir que o filho “permaneça em uma faixa de impostos mais elevada”, o que ela traduz como uma forma de o bebê ser rico e “não depender de benefícios governamentais”. A influenciadora também fez uma declaração que alimentou especulações sobre a paternidade da criança. “Um estranho me engravidou, e agora um estranho vai poder escolher o nome dele”, declarou, sugerindo que o pai biológico não foi identificado.

Recordista sexual Bonnie Blue foi denunciada no Reino Unido após gravar vídeo promocional com seu bebê recém-nascido — Foto: Reprodução Crédito: Extra.globo.com

O processo de leilão está atrelado à sua turnê promocional, denominada “Bang Bus”, que percorre o Reino Unido. Interessados em participar do leilão e apresentar suas propostas são instruídos a escanear um código QR disponibilizado no veículo da turnê.

Críticas e Pedidos de Intervenção de Órgãos de Proteção à Criança

A iniciativa de Bonnie Blue foi recebida com forte repúdio, provocando uma acalorada discussão sobre a ética da comercialização da identidade de um recém-nascido. Advogados especializados em proteção infantil e organizações de defesa dos direitos da criança manifestaram publicamente sua preocupação, solicitando que as autoridades britânicas de assistência social intervenham no caso. A controvérsia destaca a tensão entre a liberdade individual e a proteção de menores, especialmente em um cenário onde a visibilidade online de figuras públicas pode impactar diretamente a vida de seus filhos.

Vale ressaltar que a Sociedade Nacional para a Prevenção da Crueldade contra Crianças (NSPCC), uma das principais instituições de caridade do Reino Unido focadas na proteção infantil e na prevenção de abusos contra menores, já havia sido acionada em relação à influenciadora em uma ocasião anterior. Isso sublinha a gravidade das acusações e a atenção que o caso recebe por parte das entidades de proteção.

Histórico de Controvérsias e Atividade Profissional

Esta não é a primeira vez que a inglesa, de 27 anos, se vê no centro de uma polêmica. Anteriormente, ela gerou grande repercussão negativa ao incluir seu filho recém-nascido em um vídeo promocional ao lado de três homens mascarados. O material foi denunciado pelo Partido Conservador à NSPCC, que o considerou “profundamente perturbador”.

Bonnie Blue também ganhou notoriedade no ano anterior, em janeiro, ao supostamente estabelecer um recorde de relações sexuais em um período de 12 horas, envolvendo 1.057 parceiros, muitos deles casados. Essa marca foi posteriormente contestada por outra produtora de conteúdo adulto, Lily Phillips, que alegou ter superado o número com 1.113 parceiros. A influenciadora foi acusada de expor mais de mil homens a riscos devido à falta de uso de preservativos pelo primeiro voluntário. Apesar da maternidade, ela reiterou que não pretende abandonar sua carreira na produção de conteúdo adulto, mesmo durante a gestação.

Incidentes Internacionais e Problemas Legais

Em um episódio anterior, a influenciadora foi detida em Bali, na Indonésia, no início de dezembro do ano passado, enquanto promovia seu “Ônibus do Sexo”. Relatos indicaram que o veículo continha fantasias com a inscrição “escola da Bonnie Blue”, além de preservativos, lubrificantes e viagra. Ela foi presa junto com 17 homens, de nacionalidades australiana e britânica, e posteriormente deportada do país asiático, evidenciando seu histórico de atividades que geram atenção e, por vezes, problemas com a lei.