
A edição 2025 do Qual Comprar, realizada pela Autoesporte, analisou 180 veículos em 20 categorias e revelou os 10 carros com maior desvalorização no Brasil, com base na Tabela FIPE entre junho de 2024 e maio de 2025. Liderando o ranking, o JAC E-JS4, SUV elétrico de R$ 254.900, perde 37,5% do valor em um ano, seguido pelo JAC E-JS7 (32,6%) e Renault Kwid E-Tech (25,9%). A lista, que inclui modelos como Honda CR-V, Caoa Chery Tiggo 8 PHEV e Nissan Frontier, destaca elétricos e híbridos como os mais afetados, devido à baixa capilaridade de concessionárias e menor demanda no mercado de usados. Fatores como manutenção, seguro e autonomia também influenciam. Os dados ajudam consumidores a avaliar o custo-benefício antes da compra.
A desvalorização média no Brasil em 2025 é de 15%, mas os modelos listados superam esse índice.
Elétricos dominam o topo do ranking, com exceção da picape Nissan Frontier.
Líder do ranking: JAC E-JS4
O JAC E-JS4, SUV médio elétrico, encabeça a lista com 37,5% de desvalorização. Vendido por R$ 254.900, o modelo tem motor elétrico de 150 cv, bateria de 55 kWh e autonomia de 256 km, segundo o Inmetro. Apesar do porta-malas de 520 litros, a baixa rede de concessionárias e a autonomia limitada afastam compradores no mercado de usados.
A JAC, com apenas 40 pontos de venda no Brasil, enfrenta dificuldades para competir com marcas consolidadas como BYD e Toyota, impactando a revenda. O modelo é produzido na China, com importação pela JAC Motors Brasil, que tenta expandir sua rede em 2025.
Segundo lugar: JAC E-JS7
O sedã médio elétrico JAC E-JS7, com preço de R$ 259.990, perde 32,6% do valor em um ano. Equipado com motor de 192 cv, bateria de 50,1 kWh e autonomia de 249 km, o modelo concorre com o BYD Seal, mas sofre com a baixa demanda no segmento de sedãs elétricos. O porta-malas de 520 litros é um atrativo, mas a desvalorização reflete a limitada infraestrutura de recarga e a concorrência com rivais mais populares.
A aceleração de 0 a 100 km/h em 5,9 segundos é um destaque, mas o mercado brasileiro ainda prioriza SUVs, reduzindo o interesse pelo E-JS7.
Terceiro lugar: Renault Kwid E-Tech
O Renault Kwid E-Tech, hatch elétrico de R$ 139.990, desvaloriza 25,9%. Com bateria de 26 kWh, motor de 65 cv e autonomia de 161 km, o modelo é um dos elétricos mais baratos do Brasil. O porta-malas de 290 litros supera o rival JAC E-JS1, mas a baixa autonomia e a rede limitada de recarga dificultam a revenda.
Produzido em São José dos Pinhais (PR), o Kwid E-Tech atrai consumidores urbanos, mas a falta de incentivos fiscais para elétricos no Brasil eleva os custos de manutenção, impactando o valor de revenda.
Outros elétricos e híbridos
O ranking destaca a presença de elétricos e híbridos, como o Honda CR-V Advanced Hybrid (22,4%, R$ 352.900), Caoa Chery Tiggo 8 PHEV (21%, R$ 269.990) e Mini Countryman SE All4 (20,5%, R$ 379.990). O CR-V, com motor 2.0 híbrido de 207 cv, tem porta-malas de 581 litros, mas sofre com peças caras. O Tiggo 8, com 317 cv e 889 litros de porta-malas, é prejudicado pela percepção de marca, enquanto o Countryman, com 306 cv e 320 km de autonomia, enfrenta resistência ao design da nova geração.
Presença de SUVs e picapes
A Nissan Frontier XE (18,8%, R$ 315.690) é a única picape da lista, com motor 2.4 turbodiesel de 190 cv e caçamba de 1.054 litros. Apesar da garantia de seis anos e manutenção acessível, a suspensão da produção na Argentina em 2024 limitou a oferta, elevando a desvalorização. O Jeep Commander Overland (19%, R$ 335.990), com motor 2.2 turbodiesel de 200 cv, é o SUV premium mais vendido com sete lugares, mas o custo elevado de peças impacta a revenda.
Ambos os modelos são produzidos na América do Sul, com o Commander fabricado em Goiana (PE) e a Frontier em Córdoba até 2024.
Fatores que influenciam a desvalorização
A desvalorização é influenciada por fatores como percepção de marca, rede de concessionárias, custo de manutenção e demanda no mercado de usados. Elétricos como JAC E-JS4 e E-JS7 sofrem com a baixa infraestrutura de recarga, enquanto o Kwid E-Tech enfrenta limitações de autonomia. Híbridos como o Honda Accord (20,1%, R$ 332.400) e CR-V têm peças caras, elevando os custos de manutenção.
Marcas com menor capilaridade, como JAC, desvalorizam mais devido à dificuldade de revenda. SUVs premium, como o Commander, sofrem com a concorrência de modelos mais acessíveis, como o Toyota Corolla Cross.
Metodologia do Qual Comprar 2025
O estudo da Autoesporte avaliou 180 veículos em 20 categorias, considerando desvalorização (baseada na Tabela FIPE), consumo, seguro, revisões e manutenção. A desvalorização média de 15% foi calculada com base em preços de revenda entre junho de 2024 e maio de 2025. Elétricos e híbridos dominaram o ranking devido à baixa aceitação no mercado de usados, enquanto modelos a combustão, como a Frontier, aparecem por questões logísticas.
O levantamento incluiu hatches, sedãs, SUVs e picapes, com preços entre R$ 132.990 e R$ 379.990.
Implicações para o consumidor
A alta desvalorização impacta quem planeja revender o veículo em até cinco anos. Por exemplo, o JAC E-JS4, comprado por R$ 254.900, pode valer R$ 159.312 após um ano, uma perda de R$ 95.588. O Renault Kwid E-Tech, de R$ 139.990, cai para R$ 103.733, perdendo R$ 36.257. Consumidores devem pesar o custo inicial, manutenção e revenda ao escolher esses modelos.
Modelos como o Honda City, que desvaloriza apenas 8%, são alternativas melhores para quem prioriza revenda.
Mercado de elétricos no Brasil
O Brasil emplacou 126 mil veículos elétricos e híbridos em 2024, mas a infraestrutura de recarga, com apenas 4.200 pontos públicos, limita a adoção. Marcas como JAC e Caoa Chery enfrentam resistência devido à baixa capilaridade, enquanto BYD e Toyota lideram com redes maiores. A desvalorização de elétricos reflete a preferência por modelos a combustão no mercado de usados, que representou 70% das vendas totais em 2024.
O governo planeja incentivos fiscais para elétricos em 2026, o que pode reduzir a desvalorização no futuro.
Dicas para compradores
Ao escolher um veículo, consumidores devem verificar a rede de concessionárias, disponibilidade de peças e custo de manutenção. Modelos como o JAC E-JS4 exigem planejamento devido à baixa revenda, enquanto o Jeep Commander pode ser vantajoso para quem prioriza espaço e potência. Consultar a Tabela FIPE e históricos de manutenção é essencial para evitar surpresas.
Panorama do mercado automotivo
O mercado brasileiro de veículos novos cresceu 12% em 2024, com 2,4 milhões de unidades vendidas, mas elétricos representam apenas 5% do total. A preferência por SUVs, que responderam por 48% das vendas, prejudica sedãs como o JAC E-JS7. A suspensão da produção da Frontier reflete estratégias de marcas para focar em modelos mais rentáveis, como a Renault Oroch e a Fiat Toro, que desvalorizam menos.
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