
Uma onda de vandalismo contra ônibus na Grande São Paulo e na Baixada Santista deixou motoristas e passageiros em alerta, com 623 ataques registrados nos últimos 30 dias, até 13 de julho de 2025. Os incidentes, que incluem apedrejamentos e depredações, causaram prejuízos financeiros e ferimentos graves, como o caso de uma passageira atingida no rosto por uma pedra. A polícia já deteve sete suspeitos e investiga três hipóteses principais: envolvimento do Primeiro Comando da Capital (PCC), desafios promovidos na internet e possíveis sabotagens por empresas ou indivíduos do setor de transporte coletivo. O pico de ataques ocorreu em 7 de julho, com 59 casos em um único dia, segundo a prefeitura de São Paulo. A violência, que também atingiu vans para pessoas com deficiência, reflete um padrão que exige ações urgentes de segurança pública.
Os ataques, concentrados principalmente nas zonas Sul e Oeste da capital, têm gerado medo e insegurança. Motoristas relatam a necessidade de observar pontos de ônibus com cautela, enquanto empresas reforçam o monitoramento de suas frotas. A situação, que persiste há cerca de um mês, ainda não tem solução definitiva, mas operações policiais foram intensificadas para conter a onda de vandalismo.
A rotina de quem depende do transporte público em São Paulo mudou drasticamente. Passageiros evitam sentar perto das janelas, temendo estilhaços de vidros quebrados por pedras. Motoristas, como João, relatam tensão constante ao parar em pontos de ônibus, verificando se há pessoas suspeitas nas proximidades. Um caso grave, ocorrido em 27 de junho na Avenida Washington Luís, próximo ao Aeroporto de Congonhas, ilustra a gravidade: uma passageira sofreu fraturas no rosto após ser atingida por uma pedra lançada por Everton de Paiva Balbino, que foi preso e indiciado por tentativa de homicídio.
O clima de insegurança também afeta a operação das empresas. Ônibus danificados são retirados de circulação, deixando linhas desassistidas e prejudicando principalmente trabalhadores e pessoas de baixa renda. O custo de reparos, como a substituição de vidros que podem custar até R$ 5 mil, aumenta a pressão financeira sobre as concessionárias.
A Polícia Civil, sob comando do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), trabalha para identificar os responsáveis e os motivos por trás dos ataques. Três hipóteses principais guiam as investigações:
O delegado Fernando José Góes Santiago destaca que a terceira hipótese, ligada a disputas no setor de transporte, é a mais provável. Investigações apontam que três concessionárias concentram cerca de 50% dos ataques, sugerindo que as ações podem não ser aleatórias. A ausência de registros de boletins de ocorrência em muitos casos, no entanto, dificulta o avanço das apurações, já que menos de um terço dos 623 incidentes foi formalmente comunicado à polícia.
Os ataques não se restringem à capital. Cidades como Barueri, Carapicuíba, Cotia, Diadema, Osasco, Santo André, São Bernardo do Campo, São Vicente e Taboão da Serra também registraram incidentes. Na capital, as zonas Sul e Oeste concentram 80% dos casos, com vias como Avenida Cupecê e Avenida Marechal Tito registrando picos de depredações em curtos períodos.
A maioria dos incidentes ocorre entre 20h e 23h, especialmente às quintas, sextas e sábados. Esse padrão levou a Polícia Militar a implementar a Operação Impacto e Proteção a Coletivos, com 8 mil agentes e 3.641 viaturas mobilizadas em áreas estratégicas.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) intensificou o policiamento em áreas críticas, enquanto a SPTrans e a Artesp cobram que as empresas registrem boletins de ocorrência para facilitar as investigações. A prefeitura de São Paulo e o governo estadual repudiaram os atos de vandalismo, destacando o impacto nas comunidades mais vulneráveis.
Empresas de transporte, como a Mobibrasil, reforçam a colaboração com as autoridades, fornecendo imagens de câmeras de segurança e monitorando frotas em tempo real. Uma concessionária relatou que 14 de seus ônibus elétricos foram depredados em 30 dias, evidenciando o prejuízo financeiro e operacional. O Sindicato dos Motoristas de São Paulo solicitou reuniões urgentes com a SSP para discutir medidas de proteção a motoristas e passageiros.
Entre os sete suspeitos detidos, dois casos chamam atenção. Everton de Paiva Balbino, preso por jogar uma pedra que feriu gravemente uma passageira, alegou que o ato foi motivado por uma briga de trânsito, mas a polícia contesta essa versão, já que não há evidências de conflito prévio. Júlio César da Silva, outro detido, foi imobilizado por um motorista após atacar um ônibus em Guaianases, na Zona Leste, em 10 de julho. Ele aparentava estar em surto, mas a polícia investiga se os atos são coordenados.
A prisão de suspeitos, embora significativa, ainda não esclareceu completamente a motivação dos ataques. A polícia segue analisando imagens de câmeras de segurança e depoimentos para identificar possíveis conexões entre os casos.
O vandalismo gera um impacto significativo na mobilidade urbana e na economia local. Além dos custos de reparo, que podem chegar a R$ 5 mil por vidro danificado, a retirada de ônibus de circulação afeta a regularidade das linhas, prejudicando trabalhadores que dependem do transporte público. Em Taboão da Serra, por exemplo, ataques diurnos a veículos mais novos sugerem alvos específicos, enquanto ônibus mais antigos são poupados.
A violência também atinge serviços essenciais, como vans para pessoas com deficiência, que foram alvos de apedrejamentos em 30 de junho e 10 de julho. Esses incidentes amplificam a sensação de insegurança e reforçam a necessidade de medidas preventivas mais robustas.
As autoridades planejam reforçar a segurança com operações contínuas, incluindo bloqueios em áreas críticas e maior uso de câmeras de segurança. A Polícia Civil também investiga possíveis incentivos a ataques em redes sociais, embora a hipótese de sabotagem por empresas descontentes com contratos seja a mais forte.
A sociedade civil, por meio de sindicatos e associações, pressiona por soluções rápidas. A continuidade dos ataques, no entanto, indica que a resolução do problema exige esforços coordenados entre governo, polícia e empresas de transporte.
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