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Lula mantém liderança e Flávio Bolsonaro segue em segundo lugar na mais recente pesquisa presidencial

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A disputa pela Presidência da República se intensifica com a divulgação do mais recente levantamento nacional, realizado em 7 de setembro de 2026. O presidente Lula figura na primeira posição, conquistando 36% das intenções de voto para o primeiro turno. Flávio Bolsonaro mantém-se na segunda colocação, com 29% da preferência do eleitorado, conforme os dados apurados a menos de um mês da votação agendada para 4 de outubro.

A pesquisa capturou o cenário político em diversas regiões do Brasil, oferecendo um panorama crucial da corrida eleitoral. A oscilação de Lula, que passou de 37% para 36% em relação à sondagem anterior de 2 de setembro, e a estabilidade de Flávio Bolsonaro em 29% estão ambas dentro da margem de erro oficial de dois pontos percentuais. Isso indica uma consolidação das posições dos dois principais candidatos nas semanas que antecedem o pleito.

Lula, Flávio, Cury, Renan, Caiado e Zema — reprodução Globo Crédito: Mixvale.com.br

Lideranças e o Terceiro Nome no Cenário Estimulado

No modelo estimulado, onde os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados sem a inclusão de Pablo Marçal, Augusto Cury surge como o terceiro mais votado, alcançando 8% do apoio popular. Esse índice representa uma queda de dois pontos percentuais em relação aos 10% registrados no levantamento anterior, de 2 de setembro de 2026. Renan Santos e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, aparecem empatados com 3% das intenções de voto cada. Para Caiado, esse resultado marca um crescimento significativo de dois pontos percentuais, partindo de 1% na pesquisa precedente. O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, obteve 2% das menções.

A candidata Samara Martins registrou 1% da preferência, mantendo o patamar da sondagem anterior. Outros nomes testados, como Edmilson Costa, Rui Costa Pimenta, Veterinário Wilson Grassi, Clariana Barão e Hertz Dias, não atingiram um ponto percentual, marcando 0% cada. A soma dos votos em branco, nulos ou de eleitores que declararam não escolher nenhum concorrente totalizou 8%, enquanto 10% dos cidadãos se declararam indecisos. Esses números refletem um leve aumento nos votos inválidos ou na abstenção, que eram de 7% no início de setembro, e uma pequena redução nos indecisos, que somavam 11%.

Variações com a Inclusão de Pablo Marçal na Disputa

O instituto de pesquisa também simulou um cenário eleitoral que incluía Pablo Marçal entre as opções de voto para a Presidência. Neste contexto, Flávio Bolsonaro obteve 29% das preferências, um ponto percentual a menos que os 30% registrados na pesquisa de 2 de setembro, mas ainda dentro da margem de erro. Pablo Marçal, por sua vez, garantiu 1% das intenções de voto, repetindo o mesmo patamar da medição anterior. Samara Martins também atingiu 1% nesta configuração, após ter registrado zero em medições passadas, indicando uma leve, mas notável, ascensão.

A inclusão deste nome adicional não alterou substancialmente a distribuição dos votos entre os principais candidatos, reforçando a estabilidade dos líderes. O volume de votos brancos, nulos ou de eleitores que não pretendem votar permaneceu em 8%, similar ao cenário sem Marçal e um ponto acima dos 7% da pesquisa anterior, mostrando uma consistência na parcela do eleitorado que rejeita as opções apresentadas ou se abstém.

Percepção do Eleitor Sem Menção Prévia de Candidatos

Na modalidade espontânea da pesquisa, onde nenhum nome é sugerido aos entrevistados, Lula manteve a liderança com 28% das menções em 7 de setembro de 2026. Flávio Bolsonaro apareceu em seguida com 20% das lembranças, ambos repetindo com exatidão os índices observados no levantamento de 2 de setembro. Augusto Cury também permaneceu estável, com 4% das intenções espontâneas. Os demais candidatos somados reuniram 5% das respostas, um pequeno aumento em relação aos 4% da pesquisa anterior.

Um dado relevante neste cenário é a alta taxa de eleitores indecisos, que alcançou 42% e permaneceu inalterada em relação à pesquisa de 2 de setembro. Essa parcela significativa do eleitorado representa um campo fértil para a persuasão nos últimos dias de campanha, e sua decisão final pode influenciar diretamente o resultado do pleito. Votos brancos, nulos ou declarações de não comparecimento registraram 1% na abordagem espontânea atual, ante 2% na sondagem precedente.

Projeção de Segundo Turno e a Firmeza do Voto Popular

Em uma simulação de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, a pesquisa registrou um empate técnico, com ambos os candidatos marcando 41% das intenções de voto. Este resultado indica uma polarização acentuada e uma disputa extremamente apertada caso a eleição seja decidida na segunda etapa, o que sublinha a importância de cada voto e a necessidade das campanhas de mobilizar suas bases. A margem de indecisos ou de votos nulos/brancos neste cenário seria o fiel da balança.

Sobre as expectativas para o desfecho da eleição, 32% dos participantes consideram que uma vitória de Lula e do PT seria o resultado ideal. Por outro lado, 24% expressaram que o retorno da família Bolsonaro ao comando do governo federal representaria o melhor cenário. A poucos dias da votação, a pesquisa também aferiu a consistência da decisão dos eleitores: 71% dos entrevistados afirmaram que sua opção de voto é definitiva para 4 de outubro de 2026. Contudo, uma fatia de 29% dos brasileiros declarou que ainda pode reconsiderar sua escolha, indicando que as estratégias de campanha de última hora e os debates finais podem ter um impacto considerável na decisão de quase um terço do eleitorado.