
Israel intensifica ofensiva em Damasco com ataque ao Ministério da Defesa, atingindo o quartel-general do Exército sírio e áreas próximas ao palácio presidencial na quarta-feira, 16 de julho de 2025. A ação, transmitida ao vivo pela TV Al Jazeera, deixou ao menos três mortos e 34 feridos, segundo o Ministério da Saúde sírio. A ofensiva, que marca o terceiro dia de bombardeios israelenses, ocorre em resposta aos confrontos entre forças sírias e a minoria drusa em Sweida, no sul do país. Israel justifica os ataques como proteção à comunidade drusa, enquanto a Síria condena a escalada como violação de sua soberania. Moradores relatam medo e falta de energia elétrica na capital.
A escalada militar em Damasco reflete uma nova frente de tensão no Oriente Médio. As Forças de Defesa de Israel (IDF) afirmaram ter atingido alvos estratégicos, incluindo a entrada do Ministério da Defesa, com o objetivo de conter ações do governo sírio contra os drusos. Imagens capturadas mostram explosões intensas, com fumaça espessa cobrindo o céu da capital síria. A situação se agrava em meio a um cessar-fogo frágil em Sweida, onde combates entre drusos, beduínos e forças governamentais já resultaram em centenas de mortes desde o último domingo.
Os ataques ocorrem em um momento delicado para a Síria, que enfrenta instabilidade política após a queda do ex-ditador Bashar al-Assad em dezembro de 2024. O governo interino, liderado por Ahmed al-Sharaa, ex-membro de grupos jihadistas, tenta consolidar o poder, mas enfrenta resistência interna e pressões externas. A intervenção israelense, segundo analistas, pode complicar ainda mais a transição síria, enquanto a comunidade internacional pede contenção.
A comunidade internacional reagiu com preocupação à intensificação dos bombardeios. O secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou a escalada militar e o reposicionamento de tropas israelenses nas Colinas de Golã, território sírio ocupado desde 1967. Países como Turquia e Emirados Árabes Unidos classificaram as ações de Israel como violações da soberania síria, exigindo o fim imediato das hostilidades.
Os Estados Unidos, aliados de Israel, expressaram inquietação. O enviado especial para a Síria, Tom Barrack, pediu a suspensão dos ataques, destacando esforços para normalizar relações entre Damasco e Tel Aviv. Apesar disso, o governo israelense, liderado por Benjamin Netanyahu, insiste que os bombardeios visam impedir massacres contra os drusos e conter a militarização do sul da Síria.
A situação é agravada pela desconfiança em relação ao novo governo sírio. Ahmed al-Sharaa, que assumiu o poder após a queda de Assad, enfrenta críticas por seu passado ligado à Al Qaeda. Israel acusa seu governo de tolerar ações contra minorias, enquanto Sharaa tenta projetar uma imagem de moderação, prometendo respeitar a diversidade étnica do país.
A violência em Sweida, cidade de maioria drusa no sul da Síria, desencadeou a atual onda de ataques. O conflito começou no domingo, 13 de julho, após o sequestro de um comerciante druso, seguido de represálias contra beduínos. Tropas sírias foram enviadas para conter os combates, mas acabaram enfrentando milícias drusas, o que levou à ruptura de um cessar-fogo inicial.
Segundo o Observatório Sírio para os Direitos Humanos, mais de 300 pessoas morreram nos confrontos em Sweida, incluindo civis, combatentes drusos e membros das forças governamentais. A agência local Sweida24 relatou bombardeios intensos com artilharia e morteiros, forçando moradores a se abrigarem em suas casas. Um líder espiritual druso, Hikmat al-Hejri, descreveu a situação como uma “guerra de extermínio” e pediu proteção internacional.
Israel, que mantém laços históricos com a comunidade drusa, incluindo os 20 mil drusos das Colinas de Golã, intensificou sua presença militar na região. O governo de Netanyahu declarou uma zona desmilitarizada no sul da Síria, exigindo a retirada das forças sírias, o que Damasco rejeitou como interferência externa.
Os bombardeios em Damasco geraram um clima de medo na capital. Moradores relatam explosões contínuas e a presença de aviões militares sobrevoando a cidade. A Praça dos Omíadas, geralmente movimentada, ficou deserta, exceto por ambulâncias e veículos militares. A falta de eletricidade agravou a situação, com famílias abrigadas em suas casas, temendo novos ataques.
O Ministério da Saúde sírio confirmou que os ataques destruíram uma ala do prédio adjacente ao Ministério da Defesa, além de causar danos materiais em outras áreas da capital. Testemunhas relataram colunas de fumaça visíveis a quilômetros de distância, enquanto autoridades sírias se refugiaram em porões durante os bombardeios.
A relação entre Israel e Síria é marcada por décadas de hostilidade, especialmente após a ocupação das Colinas de Golã por Israel em 1967. Desde a queda de Assad, Israel realizou mais de 700 ataques aéreos na Síria, visando instalações militares e depósitos de armas. A atual ofensiva, no entanto, é a primeira em Damasco desde março de 2025, quando Israel atacou um centro da Jihad Islâmica.
A comunidade drusa, presente na Síria, no Líbano e em Israel, desempenha um papel central no conflito atual. Em Israel, os drusos são integrados à sociedade e servem nas Forças Armadas, enquanto na Síria mantêm milícias autônomas para proteger suas áreas. A intervenção israelense, embora justificada como proteção à minoria, é vista por analistas como uma estratégia para enfraquecer o novo governo sírio e consolidar influência na região.
O presidente sírio, Ahmed al-Sharaa, enfrenta o desafio de unificar um país fragmentado. Sua promessa de respeitar minorias contrasta com os confrontos em Sweida e a percepção de instabilidade, o que alimenta críticas internacionais e a desconfiança de Israel.
Apesar da escalada, tentativas de trégua persistem. Na quarta-feira, o líder druso Sheikh Yousef anunciou um novo cessar-fogo com o governo sírio, que entrou em vigor imediatamente, mas relatos de combates continuados sugerem fragilidade no acordo. A agência Sweida24 informou que artilharia pesada ainda era usada em vilarejos próximos a Sweida, enquanto moradores relatavam execuções sumárias e saques.
Israel, por sua vez, mantém a postura de intensificar ataques se as forças sírias não se retirarem de Sweida. O ministro da Defesa, Israel Katz, afirmou que os bombardeios continuarão até que o governo sírio “entenda a mensagem”. Enquanto isso, os Estados Unidos e a ONU pressionam por um diálogo que evite uma escalada regional maior, temendo que o conflito desestabilize ainda mais o Oriente Médio.
A situação permanece volátil, com Damasco sob tensão e Sweida como epicentro de um conflito sectário que atraiu a intervenção de potências externas. A resolução dependerá da capacidade das partes de negociarem uma trégua duradoura, enquanto a população síria enfrenta as consequências de mais um capítulo de violência.
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