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Angelita Manoela Rodrigues foi brutalmente assassinada por seu ex-companheiro na tarde de 16 de agosto de 2026, dentro de um supermercado na Zona Norte de São Paulo. O crime, ocorrido em um estabelecimento comercial movimentado na região da Praça Santa Clara de Assis, no Morro Grande, resultou na morte da vítima, que não resistiu aos graves ferimentos.
A agressão aconteceu em um cenário de grande circulação de pessoas. Angelita Manoela Rodrigues estava na fila de um dos caixas quando Lafayete Gonzaga da Silva, seu antigo parceiro, a abordou e desferiu golpes de faca. A cena de horror foi presenciada por inúmeros consumidores, inclusive por crianças pequenas, transformando um local de compras familiar em palco de uma tragédia.
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— MixVale (@Mixvale) August 18, 2026
Apesar do rápido socorro, os ferimentos sofridos por Angelita Manoela Rodrigues foram considerados fatais, levando ao seu óbito no local. O responsável pelo ato, Lafayete Gonzaga da Silva, que havia mantido um relacionamento com a vítima, foi prontamente identificado pelas autoridades. A agilidade na apuração dos dados permitiu uma resposta imediata das equipes de segurança.
Imediatamente após o ataque, Lafayete Gonzaga da Silva tentou evadir-se do supermercado. Contudo, a fuga foi rapidamente contida pela ação de populares que presenciaram o ocorrido e, em seguida, pela pronta intervenção da polícia militar. O suspeito foi detido e encaminhado à delegacia, onde permanece sob custódia, aguardando as etapas legais do processo.
Este feminicídio gerou profunda comoção na comunidade da Zona Norte, expondo a alarmante vulnerabilidade das mulheres à violência de gênero, mesmo em ambientes considerados seguros e de grande movimento. A presença de crianças no momento do crime intensifica o trauma coletivo e a discussão sobre a necessidade de estratégias mais eficazes para a prevenção de atos violentos. Casos como o de Angelita reforçam a importância de políticas públicas robustas e da conscientização social no combate à violência contra a mulher, um problema que persiste e exige atenção constante em todo o país, evidenciando a falha na proteção das vítimas em diversas esferas sociais.