
No dia 13 de julho de 2025, o Chelsea conquistou o título da Copa do Mundo de Clubes da FIFA ao derrotar o Paris Saint-Germain por 3 a 0, no Estádio MetLife, em Nova Jersey, Estados Unidos. A final, disputada às 16h (horário de Brasília), marcou a primeira edição do torneio com 32 times, encerrando uma competição que mobilizou torcedores globais. O Chelsea, comandado por Enzo Maresca, dominou a partida com dois gols de Cole Palmer e um de João Pedro, enquanto o PSG, treinado por Luis Enrique, não conseguiu reagir. A vitória consagrou o clube inglês como bicampeão mundial, reforçando sua ascensão no futebol global. O jogo, transmitido por TV Globo, sportv, ge e globoplay, contou com show de intervalo com J Balvin, Doja Cat e Tems, e a presença de figuras como Donald Trump e Carlo Ancelotti.
O primeiro tempo foi um monólogo do Chelsea, que sufocou o PSG com marcação alta e trocas de passes precisas. Cole Palmer, destaque da partida, abriu o placar aos 21 minutos, após jogada de Malo Gusto, e ampliou aos 29, com um chute colocado. João Pedro fechou a contagem aos 42, com uma cavadinha precisa após assistência de Palmer. O PSG, apesar de ter jogadores como Ousmane Dembélé e Khvicha Kvaratskhelia, teve apenas duas finalizações no primeiro tempo, ambas sem grande perigo.
No segundo tempo, o PSG tentou reagir com substituições, como as entradas de Gonçalo Ramos e Bradley Barcola, mas esbarrou na sólida defesa inglesa. Um cartão vermelho para João Neves, aos 38 minutos, após revisão do VAR por puxão no cabelo de Cucurella, complicou ainda mais a situação do time francês. O Chelsea administrou a vantagem e segurou o resultado, garantindo a taça em um jogo marcado pela intensidade e pela eficiência tática.
O Chelsea demonstrou superioridade tática desde o início, com uma marcação bem encaixada no meio-campo. Enzo Maresca, técnico italiano, apostou em um esquema que privilegiou a velocidade de Pedro Neto e Cole Palmer, além da solidez defensiva de Moisés Caicedo e Trevoh Chalobah.
Essa estratégia limitou o PSG a apenas sete finalizações na partida, contra 12 do Chelsea, sendo seis no alvo. A média de posse de bola do time inglês foi de 48%, mas a eficiência nas ações ofensivas foi o diferencial.
O PSG, conhecido por sua intensidade, não conseguiu impor seu ritmo. A ausência de jogadas efetivas pelas pontas, apesar dos esforços de Dembélé e Doué, evidenciou a falta de conexão entre o meio-campo e o ataque. A expulsão de João Neves, por um lance inusitado, também comprometeu qualquer chance de reação.
Cole Palmer foi o grande nome da decisão, com dois gols e uma assistência. O camisa 10 do Chelsea, de apenas 23 anos, confirmou seu status como uma das principais promessas do futebol mundial. Sua atuação foi marcada por frieza nas finalizações e visão de jogo para criar oportunidades.
Palmer, que já havia sido decisivo na campanha da Conference League, terminou o torneio com três gols e duas assistências. Sua performance foi elogiada por Enzo Maresca, que destacou a capacidade do jogador de “decidir jogos importantes com naturalidade”. O jovem inglês também foi eleito o melhor jogador da final pela FIFA.
João Pedro, atacante brasileiro, também teve papel crucial. Seu gol, aos 42 minutos do primeiro tempo, consolidou a vantagem do Chelsea. A cavadinha na saída de Donnarumma demonstrou técnica e confiança, características que o colocaram como titular mesmo após a recuperação de Moisés Caicedo, dúvida até o último momento.
O Paris Saint-Germain chegou à final com uma campanha impressionante na temporada 2024/25, tendo conquistado a Supercopa da França, a Copa da França, o Campeonato Francês e a Champions League. Com 48 vitórias em 64 jogos e 168 gols marcados, o time de Luis Enrique era favorito para muitos. No entanto, a derrota para o Chelsea expôs fragilidades táticas em momentos decisivos.
Marquinhos, capitão do PSG, lamentou a derrota, mas destacou a força do elenco. “Tivemos uma temporada incrível, mas hoje o Chelsea foi superior. Vamos aprender com isso”, declarou o zagueiro brasileiro após o jogo. A expulsão de João Neves, por um gesto antidesportivo, também foi um ponto de inflexão, reduzindo as chances de uma virada.
A Copa do Mundo de Clubes de 2025, disputada pela primeira vez com 32 times, marcou uma mudança significativa no formato do torneio. Realizada nos Estados Unidos, a competição teve 62 jogos e culminou na final no Estádio MetLife, que também será palco da decisão da Copa do Mundo de 2026. A FIFA celebrou o sucesso do evento, destacando inovações como as câmeras corporais nos árbitros, implementadas com sucesso segundo Pierluigi Collina, presidente do Comitê de Arbitragem.
O torneio também foi marcado pela forte presença de jovens talentos. Além de Palmer e João Pedro, do Chelsea, jogadores como Fabián Ruiz e Désiré Doué, do PSG, mostraram o potencial da nova geração. A média de idade dos titulares do Chelsea e do PSG foi uma das mais baixas do torneio, atrás apenas do RB Salzburg.
O Chelsea chegou à decisão com uma campanha sólida. Na fase de grupos, terminou em segundo no Grupo D, com seis pontos, atrás do Flamengo. No mata-mata, a equipe inglesa eliminou Benfica (4 a 1), Palmeiras (2 a 1) e Fluminense (2 a 0). A consistência defensiva e a eficiência no ataque foram marcas do time de Maresca.
O PSG, por sua vez, liderou o Grupo B, superando Atlético de Madrid e Botafogo nos critérios de desempate. No mata-mata, o time francês goleou Inter Miami (4 a 0), venceu Bayern de Munique (2 a 0) e arrasou o Real Madrid (4 a 0) na semifinal. Apesar do favoritismo, o PSG não conseguiu repetir o desempenho na final.
A vitória do Chelsea reforça sua ascensão sob o comando de Todd Boehly, que investiu mais de 1,6 bilhão de euros em contratações desde 2022. O PSG, apesar da derrota, segue como um dos clubes mais competitivos da Europa, com um elenco jovem e promissor.
A final de 2025 consolidou a Copa do Mundo de Clubes como um dos principais eventos do futebol mundial. A presença de figuras como Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, e Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira, reforçou a relevância do torneio. A FIFA já planeja ajustes para a edição de 2026, com foco em expandir a audiência global e aprimorar a experiência para os torcedores.
O Chelsea, com o título, garante vaga na próxima edição do torneio e fortalece sua posição na Premier League, onde terminou a temporada 2024/25 em quarto lugar. O PSG, por outro lado, retorna à França com a missão de manter sua hegemonia doméstica e buscar a revanche em competições futuras.
A vitória do Chelsea, com um futebol intenso e eficaz, marca um novo capítulo na história do clube, enquanto o PSG, mesmo com a derrota, segue como uma potência em construção.
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